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Track
1
BIFRISQUI
Para objetos de pequena
e pequeníssima intensidade sonora, amplificados por microfones e processados
eletronicamente, além de singelos efeitos visuais. Uma leitura microscópica
do universo sonoro. Os intérpretes são Décio Gioielli,
Regina Zaidan, Rivaldo Silveira e
Sérgio Pinto. Esta foi a única execução da obra. Sua
duração completa é de 5’. A documentação em vídeo é parcial - faltam
alguns minutos.
Track
2
JAN S.
Baseado na trajetória heróica do rei polonês Jan III Sobieski
(1629 - 1696). Conta-se que JS ganhou uma batalha (em 12 de Setembro de 1683) ao encurralar seus inimigos
em um desfiladeiro e, com seu exército ao alto do penhasco, provocar
uma avalanche de neve, através de gritos, soterrando o exército turco.
Participam desta versão: Décio Gioielli (percussão),
Regina Zaidan (flauta e saxofone), Rivaldo
Silveira (apitos e campainhas), Sérgio Pinto (violão preparado, cavaquinho e guitarra portuguesa) e Wilson
Sukorski (piano). Duração original: 9’25’’. Esta música manteve-se
no repertório no ano seguinte e foi apresentada no Festival Música Nova
89 com apenas um quarteto que incluía piano, percussão, violão e guitarra
Track
3
BIFRÚ
Música para instrumentos eletrônicos, eletrodomésticos,
sucata e performance teatral. Ao sabor das frutas, com o apoio cultural
Walita. Esta versão conta com a participação de Décio Gioielli
(sucata), Eiko Akiyama e Wilson Sukorski
(eletrônica), Regina Zaidan e Sérgio Pinto
(eletrodomésticos e performance). Duração: 12’. O objeto que Décio percute
durante a peça é um pedaço de uma banca de jornal que o grupo “sampleou”,
em uma madrugada, na calçada da Av.Paulista. Há uma versão exclusivamente
musical, com os mesmo intérpretes, gravada em uma fita demo, que pode
ser ouvida neste disco.
Track
4
ESTUDO 6
Um comentário sobre o gesto musical e sua abrangência,
para instrumentos eletrônicos, acústicos, voz, dança e sensores fotoelétricos.
Os intérpretes são: Décio Gioielli (percussão), Eiko
Akiyama (eletrônica), Kátia Correa (soprano),
Rivaldo Silveira (fitas magnéticas e toca-discos),
Silvana Costa (dança) e Wilson Sukorski
(eletrônica). Silvana dança entre um par de células fotoelétricas disparando
um antigo sintetizador analógico (AKS), que pode ser observado no set
de WS. Obra mais longa do grupo, com 29’ de duração, incompleta nesta
cópia. Possui várias sessões e as duas últimas – D e E, sem a dança
– transformaram-se em uma única obra autônoma, sem a voz e com a inclusão
de uma guitarra. Há um registro dessa versão gravada em fita demo. Sua
estrutura básica é a origem da peça Ethnics, apresentada no
Festival Música Nova 88. |